Confiabilidade não é opinião. É uma leitura.
A Égide conecta no seu Datadog e no seu GitHub e devolve a postura de cada serviço em produção: uma força de 0 a 100 por dimensão, com o grau de confiança ao lado e o que move o número primeiro.
O problema
Você descobre o risco no incidente, não antes dele
O estado real da produção está espalhado em dashboards técnicos e na cabeça de poucas pessoas. Quando o board pergunta "quão confiáveis nós somos", a resposta é um sentimento, não um número que você defende com evidência.
Todo projeto de instrumentação vira um projeto sem fim
Mais um agente, mais um checklist, mais um dashboard. Cada onda leva meses, consome o time que devia estar entregando, e a pergunta continua sem resposta.
Scanner entrega lista, não decisão
Ferramentas geram centenas de findings sem dizer qual deles muda o risco de verdade. O backlog cresce mais rápido do que o time consegue drenar.
Sete dimensões, cada uma com força e confiança
O que muda para cada pessoa da liderança
Risco que você defende com evidência
Quando o board perguntar, você mostra um número com trilha. Cada dimensão é lida do comportamento observado em produção, não de um checklist preenchido à mão.
Custo que aparece sem projeto novo
Estimativa de custo por serviço ligada por padrão, em GCP, AWS ou Azure, cruzando preço público com o uso que o Datadog já observa. Sem billing export.
Auditoria sem depender de gente lembrar
Cada leitura carrega evidência, fonte e data. Findings são determinísticos: regras auditáveis, nunca a IA decidindo por conta própria.
Time investigando menos, entregando mais
A ÉgideIA vigia a trajetória da postura, explica cada regressão cruzando Datadog e GitHub, e registra o que aprendeu em briefings e runbooks que o time herda.